quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Adicional de periculosidade para motoboys é regulamentado

Antes o adicional era valido apenas para atividades sujeitas a exposição a produtos inflamáveis, explosíveis, radiação ou energia elétrica, além de risco às seguranças pessoais ou de patrimônio.


O Ministério do Trabalho regulamentou o pagamento do adicional de periculosidade de 30% do salário para motoboys.
A publicação da portaria foi feita no diário oficial nesta terça feira (14 de outubro) que aprova o Anexo 5 da Norma Regumentadora 16 (NR-16), que trata das situações de trabalho com utilização de motocicleta que geram direito ao adicional de periculosidade. Criado pela lei 12.997, de 18 de junho de 2014, a norma foi acrescentada à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Não estão incluídas nessa medida a utilização de motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência para o local de trabalho e vice-versa; atividades em veículos que não necessitem de emplacamento ou que não exijam carteira nacional de habilitação para conduzi-los; atividades em motocicleta ou motoneta em locais privados; e atividades com uso de motocicleta ou motoneta de forma eventual, ou por tempo extremamente reduzido.

De acordo com o MTE o empregador deverá requisitar um laudo técnico de um médico do trabalho ou de um engenheiro de segurança do trabalho.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Aquisição de táxi para o microempreendedor individual pode ser feita com isenção do IPI



A norma foi publica pela Receita Federal do Brasil

Para se comprar um táxi com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o interessado deve apresentar nota fiscal relativa à última aquisição de veículo com esse benefício, foi o que explicou o consultor de Grupo Sage, Noberto Lednick Junior.
Os microempreendedores individuais já podem adquirir um veículo, destinado para táxi, com isenção do IPI.
A norma foi publicada pela Receita Federal do Brasil, na Instrução Normativa nº 1.392/2013. O MEI é o empresário individual com receita bruta anual de até R$ 60 mil e que, entre outras condições, não tenha contratado empregado, exceto se este receber 1 salário mínimo ou o piso salarial da categoria.

Segundo o presidente do Simtetaxi –SP (Sindicato dos motoristas e trabalhadores nas empresas de táxi no estado de São Paulo) Antonio Matias também conhecido como Ceará, para comprar um táxi co
m a isenção do IPI, o interessado deverá ainda apresentar nota fiscal relativa à última aquisição de veículo com esse benefício, ou a via da autorização anteriormente concedida e não utilizada. “No caso de transferência de benefício ao cônjuge, companheiro ou herdeiro, em virtude de falecimento ou incapacidade do motorista profissional depois da concessão da autorização e antes da aquisição do veículo com a isenção, o fisco exige que o comprador anexe ao requerimento uma autorização concedida ao titular”, afirma o Ceára.
 Para ter a isenção do imposto, alguns critérios são necessários, o veículo deve ser de fabricação nacional, equipado com motor de cilindrada não superior a 2.000cm3, ter no mínimo quatro portas, inclusive a de acesso ao bagageiro e ser movido a combustível de origem renovável.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Cigarro faz profissionais perderem 20% do tempo de trabalho



Uma empresa que tenha 20 fumantes em seu quadro funcional, 
o custo anual do vício desses empregados atingirá a casa de R$ 259.200.
 As empresas que têm fumantes em seus quadros de funcionários podem começar a se preocupar com as questões da produtividade desse pessoal. Segundo levantamento de Marcelo Maron, diretor-executivo de um Grupo, que reúne corretoras e faz a gestão de planos de saúde corporativos, um empregado que fuma pode estar desperdiçando 20% do seu dia de trabalho com o vício, o que equivale a um quinto de sua jornada diária, normalmente de oito horas.Segundo o executivo, hoje, com a eliminação dos fumódromos nas empresas, os empregados que fumam precisam ir para a rua ou para ambientes arejados.
E, dependendo do movimento do prédio em que trabalham e das distâncias envolvidas, além do tempo necessário para fumar um cigarro apenas, contando o deslocamento da sua sala até a rua, o tempo médio dessa atividade não será inferior a 15 minutos de trabalho perdidos para cada cigarro fumado:

“Vamos supor um fumante razoavelmente controlado, que fume apenas seis cigarros durante as oito horas de trabalho, três pela manhã e três à tarde.
 Levando em conta a média de tempo apurada acima, esses seis cigarros vão consumir 90 minutos de um dia de trabalho. Nada menos que uma hora e meia de uma jornada de oito horas se esvai com o vício, o que equivale a quase 20% do horário de trabalho” alerta Maron.
Maron fala dos custos que um empregado pode custar e dá como exemplo um empregado com um salário de R$ 3.000 por mês. Somando ao salário os benefícios e encargos legais, esta remuneração chega a R$ 5.400/mês. Se o empregado está ausente quase 20% deste tempo para fumar, seu vício custa R$ 1.080 por mês para a empresa, ou R$ 12.960 por ano.
“É incrível, mas a quantia pode até ser bastante significativa em relação ao resultado do negócio”assinala Maron. Para o consultor, esses cálculos, relativamente conservadores, explicam o fato de que muitas empresas estão preterindo fumantes em seus processos seletivos. Além disso, há uma grande pressão para que os fumantes deixem de fumar durante o expediente.
“Tenho visto isso com frequência cada vez maior. Se há empate entre bagagem acadêmica e experiência, com certeza o fumante terminará eliminado do processo seletivo, embora muitas empresas se neguem a admitir isso”explica o consultor.

Mas há outra conta que joga contra o fumante, segundo Maron: o cálculo do uso do plano de saúde. Como as organizações arcam com custos crescentes em relação a esse benefício, contar com muitos fumantes em seus quadros pode ser desastroso para o caixa da empresa:

“Empregados com problemas circulatórios, cardíacos ou até mesmo de câncer elevam de modo considerável os gastos com o plano de saúde, que já é a segunda maior despesa de pessoal das empresas, logo após a folha de pagamento. Nesse sentido, reduzir o número de fumantes no trabalho é um fator de redução do custo do plano de saúde, e as empresas estão caminhando nessa direção”.
Entrevistada pelo JT, Ylana Miller diretora da empresa Yluminarh que trata de desenvolvimento profissional e docente de gestão de RH ressalta que pausas durante o dia podem ser saudáveis para aliviar o estresse e estimular a criatividade, sendo ainda mais benéficas quando favorecem a saúde física e mental ao mesmo tempo:
“Pausas durante o expediente são saudáveis;Há diversas organizações que estimulam essas “pausas saudáveis”, seja através de academias de ginástica e/ou de outros ambientes que estimulam a socialização, como um local específico para um cafezinho ou até mesmo um lanche rápido”, afirma Ylana.
De acordo com a especialista, empresas e líderes podem ter um papel diferenciado ao implementarem projetos de qualidade de vida, que incluem programas de antitabagismo. E, afirma, cabe ao funcionário decidir se quer participar.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Nova York terá táxis exclusivos para mulheres

Quem utilizar o serviço serão recebidas por uma condutora vestida 
com uma echarpe de cashmira rosa choque

O Aplicativo que foi lançado esse mês de táxis conduzidos por mulheres e só transporta mulheres, e a grande novidade da cidade de Nova York.
A criadora é a Stella Mateo. Mãe de duas crianças, Mateo declarou ao "NY Times" que gostaria de ter tido uma motorista de uniforme para levar suas filhas para programas depois da escola e outras atividades quando elas eram mais jovens.
 A ferramenta se chama SheRides e foi lançado para iPhone em 16 de outubro.Uma versão para Android virá na seqüência.O Objetivo é proporcionar segurança para mulheres que tem receio de entrar em carros com motoristas do sexo masculino ou medo de serem apalpadas por homens em ônibus, trens e metrôs lotados, o transporte exclusivamente feminino já está disponível em muitas cidades do mundo.
A Índia tem sua própria frota de táxis femininos, também chamada SheTaxi, assim como a Nova Zelândia. O Japão teve composições de trens só para mulheres em várias ocasiões nos últimos cem anos, e programas semelhantes existem na Indonésia, Índia, Brasil, Guatemala, México, Paquistão e Irã.

Todas as condutoras são preparadas para atender diversos casos principalmente mulheres que já tenham tido algum tipo de trauma.
 

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