quinta-feira, 2 de julho de 2015

Contran obriga o uso das cadeirinhas para o transporte escolar de crianças.

                                                                                                                                                                                     Foto: Paulo Pinto
Manifestação de motoristas de vans e ônibus escolares no dia 01/07/2015





O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou no dia 17 de junho, a resolução 533/2015 publicada no Diário Oficial da União, que regulamenta o uso obrigatório das “cadeirinhas”, com intuito de diminuir os riscos de morte em casos de colisão ou desaceleração repentina do veiculo.

O equipamento para crianças de até sete anos e meio são assentos de elevação que faz com que o cinto de segurança fique na altura do pescoço do estudante, no caso de crianças de até um ano deverão ser transportadas em bebê-conforto.

Quem descumprir a resolução terá que pagar multa de R$ 191,54 e perderá sete pontos na carteira de habilitação. Está prevista, ainda, a retenção do veículo até que seja resolvida a irregularidade.

Estimando que, hoje, o custo operacional para legalizar o transporte escolar é muito alto, se não haver um acordo entre os órgãos governamentais e os profissionais do transporte escolar, haverá profissionais que iram apenas transportar crianças com faixa etária a partir de 10 anos. Tal atitude que pode ser adotada por muitos condutores em decorrência dos custos que devem ser gerados pelo uso do equipamento.

O SIMETESP (Sindicato dos Transportadores Autônomos de escolares e das Microempresas de Transporte de Escolares do Estado de São Paulo) é de acordo a qualquer medida que garanta maior segurança aos passageiros, porém declaram que é necessário dialogar a respeito de alguns parâmetros na resolução 533/2015, tais como:

- As bancadas dos veículos de transportes escolares no Brasil não são compatíveis com os dispositivos de segurança (bebês conforto e “cadeirinhas” de elevação), ocupando o espaço de duas pessoas por ser estreito o espaço no veiculo e também a questão que os transportadores não terão onde recolher ou guardar os equipamentos de segurança, para quando forem embarcar alunos de uma faixa etária maior para o turno seguinte.

 Segundo Donay Neto Diretor do SIMETESP, afirma que os cintos de seguranças de três pontos deveriam ser utilizados por microônibus, ônibus e afins.
“Estamos tratando de uma medida de segurança, o cinto e as “cadeirinhas”, deveriam ser obrigatórios no uso do transporte coletivo de passageiros (ônibus, trem e metrô), uma vez que milhões de estudantes utilizam esses meios de transporte para chegarem aos locais de ensino escolar. Sendo assim não tem sentido que veículos acima de 3,5 toneladas estejam isentos da exigência”, afirma Donay.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

SIMETESP se reúne em Brasília para tratar do assunto das “cadeirinhas”

O encontro aconteceu no dia 30 de junho

O SIMETESP (Sindicato dos Transportadores Autônomos de escolares e das Microempresas de Transporte de Escolares do Estado de São Paulo) se reuniu em Brasília para tratar da resolução 533/2015 publicado no Diário Oficial da União, que regulamenta o uso obrigatório das “cadeirinhas”; Com intuito de diminuir os riscos de morte em casos de colisão ou desaceleração repentina do veiculo.

Na reunião estiveram presentes; Dr. Alberto Angerami que atualmente é Diretor Geral do DENATRAN, Ronaldo Camargo que é chefe de gabinete, o Vereador Pedro Valdir Gurgel do PSD de Embu das Artes e Donay Neto do SIMESTESP.

A reunião foi produtiva na qual houve um comprometimento do DENATRAN para uma abertura nas discussões temáticas junto às entidades que lutam pelos direitos dos profissionais de Transporte Escolar.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Adetax relembra 2014 promove mudanças em 2015

Em 2014, Justiça reconsiderou a decisão,
de recolher os alvarás e categoria comemorou

Ricardo Auriemma - Presidente Adetax
A Adetax (Associação das Empresas de Táxi do Município de São Paulo), atualmente reúne e representa 58 empresas de táxis de São Paulo (SP), que juntas possuem 3.800 táxis e empregam mais de 800 funcionários internos, tais como mecânicos, pintores e funileiros, entre outros.
Relembrando o ano de 2014 o presidente da Associação, Ricardo Auriemma, ressaltou as grandes vitórias da categoria no ano passado.
Uma delas foi a justiça ter reconsiderado a decisão de recolher e licitar os 34 mil alvarás dos taxistas e empresas de táxis de São Paulo.
“Caso a decisão fosse contrária, todos os taxistas correriam os riscos de ficarem sem os seus alvarás e, consequentemente, sem trabalho ou sem a atividade econômica à qual se dedicam. A sentença trouxe tranqüilidade para todos os taxistas da capital e também reconheceu o trabalho de qualidade realizado pelas pessoas físicas e jurídicas que compõem o setor” relembrou Auriemma.
Outra conquista foi à liberação de todas as faixas exclusivas de ônibus à direita, de acordo com a pesquisa realizada pela Adetax foi provado que os táxis nas faixas não atrapalham e ainda colaboram para desafogar o transito.
Ricardo fala das mudanças que devem ser feitas sempre olhando o mercado de forma produtiva com uma visão geral procurando sempre ter novas parcerias.
“Muitas coisas que precisam melhorar tanto para taxistas quanto para os passageiros. Falta revista nos corredores de ônibus da cidade, a categoria necessita ter eventos mais atuantes na cidade para que possam melhorar a estrutura de locomoção e ter uma maior fiscalização para evitar os clandestinos”, afirma Ricardo.
A Adetax se pronunciou sendo contra os aplicativos ilegais, e que sejam retirados do mercado, para garantir segurança dos passageiros e evitar a clandestinidade de pessoas que não estão preparadas para fazer o serviço de taxista.


“O passageiro não é passageiro, ele é nosso cliente. A profissão exige muito carinho e muito amor sem isso é impossível ser taxista, sempre devemos enxergar nossos passageiros como se fossem os últimos e trata-los da melhor maneira possível”.

                                                                                                                               Ricardo Auriemma.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Aplicativo Uber, mais uma vez tem causando polemicas

Os motoristas que continuarem a usar o app serão multados em mais de R$2.4 mil

 A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) da cidade de São Paulo apreendeu quatro veículos vinculados ao aplicativo de caronas Uber. Segundo o órgão, os carros realizavam o transporte não autorizado de passageiros.
O Uber é um aplicativo, que permite ao usuário pagar por uma carona. O serviço se diferencia por oferecer carros premium, com motoristas treinados, e cobra uma tarifa base de R$ 5 e R$ 2,42 por quilômetro rodado em São Paulo. Qualquer pessoa pode se tornar um motorista do Uber.
A prefeitura de São Paulo notificou em novembro a empresa do app extrajudicialmente e deu o prazo de 30 dias, expirando no dia 11 de dezembro, para que ele se regularizasse ou encerrasse as atividades.
De acordo Secretaria Municipal de Transportes (SMT) alega que o serviço prestado pela startup é clandestino, porque os motoristas não são autorizados pela prefeitura para realizar a atividade remunerada. Além de não serem regularizados, a prefeitura afirma que o valor cobrado pelo Uber não é o do taxímetro legal (bandeirada de R$ 4,10 e quilômetro rodado de R$ 2,50 em São Paulo), e que pela Lei Federal 12.468/2011, somente os taxistas profissionais podem realizar o transporte individual pago de passageiros - com o máximo de sete passageiros por veículo.
“Uma coisa é o cidadão que sai de casa e leva um amigo de carona, isso é louvável, ajuda a cidade. Mas um cidadão que fica o dia inteiro dando caronas pela cidade de São Paulo caracteriza a atividade econômica de táxi”, disse Daniel Telles Ribeiro.
O diretor ainda destaca que, como a prefeitura não tem o registro dos motoristas do Uber, o serviço pode ter riscos aos passageiros. “O taxista faz um curso, tem cadastro, sei quem é esse taxista, e o veículo passa por uma vistoria, também consigo saber as condições desse veículo que está circulando. No caso do Uber, não sabemos quem é que está usando o carro, pode significar possibilidade de risco para o cidadão, o aplicativo infringe leis que estabelecem que o transporte individual de passageiros com fins econômicos é uma atividade privativa dos taxistas e só pode ser executada com autorização da prefeitura”, defendeu.

Outro fato que rendeu uma enorme discussão foi o aplicativo ser proibido na Índia sobre acusação de estupro da parte do motorista.

A proibição ocorre depois que um motorista cadastrado pelo serviço foi preso por suspeita de estuprar uma passageira. "O Departamento de Transportes proibiu todas as atividades de serviços de transporte uber.com com efeito imediato", afirma um comunicado oficial.

Os administradores do Uber não examinaram os antecedentes criminais do motorista, de 32 anos, que em 2011 já havia sido acusado de estupro - e inocentado um ano depois da acusação. 
 

Campanha

Campanha