sexta-feira, 25 de julho de 2014

Taxistas de São Paulo querem o fim do aplicativo Uber

O aplicativo de carona paga Uber chegou em São Paulo esse mês e já virou caso de polícia.


A Adetax (Associação das Empresas de Táxi do Município de São Paulo) declarou nesta segunda feira 21/07 contra o lançamento do aplicativo Uber na Capital. 
A Associação afirmou que o aplicativo vai gerar uma concorrência desleal com os 34 mil taxistas da capital.

O aplicativo Uber oferece aos usuários uma “carona paga”, incentivando motoristas profissionais liberais a converterem seus carros em táxis provisórios recebendo um valor pré-determinado – dependendo do tempo de viagem ou distância – para levar os “caronas”, que também baixam o app e se cadastram no Uber, pagando por viagens que solicitar. Tudo é feito mediante o uso de cartões de crédito e o tempo médio de espera dos clientes é de 3 minutos. Não há troca de valores dentro dos veículos.
Em São Paulo, a tarifa de base é de R$ 5, e o quilômetro rodado custa R$ 2,42. Para se ter uma comparação, os táxis da capital cobram R$ 4,10 a bandeirada e R$ 2,50 o quilômetro rodado.

A Adetax argumenta que “a legislação já estabelece que o transporte individual de passageiros na cidade deve ser feito apenas por táxis”. Em comunicado, a associação cita a qualidade do serviço prestado pelos taxistas, a variedade de carros oferecidos, e o preço, que é baseado na tarifa determinada pela prefeitura. “Permitir as operações de um aplicativo que cobra por valores de ‘corrida’, ‘bandeirada’ e ‘quilômetro rodado’ criaria uma concorrência desleal com os profissionais e empresas que têm o direito de prestar esse serviço na cidade”, afirmou.

Para alguns, parece estranho abrir seu carro para um desconhecido. O mesmo vale para alguém que precisa de um veículo e entra no carro de alguém que jamais viu e que logo não o verá mais. Em geral, os motoristas pouco conversam com os clientes e a regra básica é não interagir com os passageiros, mas eis que surge a pergunta: será que o aplicativo promove segurança para ambas as partes?


A estatística de violência com taxistas, vem aumentando ano após ano, será que as pessoas estão dispostas a correr esse risco?
Já que a empresa seduz o motorista a dar carona cobrada a qualquer pessoa e o passageiro às vezes acaba pagando mais caro do que para um taxista. 
E os passageiros que são transportados por taxistas que na qual esses profissionais se tornam um grande ouvinte em muitos casos, e deixam com segurança em seus devidos locais, devemos ressaltar que não vivemos na Europa e infelizmente a violência no trânsito e algo constante em nosso país.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Roubo de cargas preocupa caminhoneiros no Alto Tietê

Motoristas ficam atentos para o perigo na estrada

 Caminhoneiros que utilizam as estradas do Alto Tietê redobram os cuidados na hora de transportar cargas. No Alto Tietê, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Mogi das Cruzes se destacam nas estatísticas.
Em Ferraz de Vasconcelos os dados impressionam, a cidade registrou um crescimento de 114% de roubos de carga. Mas o crescimento pode ser notado em toda a região. De acordo com a SSP, de janeiro a abril de 2014 o assalto a motoristas de caminhão aumentou de 70, nos mesmos meses em 2013, para 74 neste ano.
Suzano teve um crescimento de 61% nos casos de roubos de carga de um ano para o outro. Já Mogi das cruzes registrou um dos menores aumentos, de 12%. "É feito um trabalho de investigação pela Polícia Civil e da nossa parte é feito um trabalho de prevenção com essas operações de visibilidade e abordagens de caminhões. É o nosso trabalho de prevenção ao delito", explica a Chefe de Comunicação da Polícia Militar, Cláudia Regina Cândido Oliveira.

Em nota, a Polícia Militar diz que orienta aos caminhoneiros a evitar locais isolados e, se for necessário parar, que seja em um lugar visível e bem iluminado. Em caso de pane, a PM orienta ainda a procurar um posto de combustível.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Prefeito sanciona lei de transporte hidroviário garantindo melhorias no transporte

São Paulo terá transporte público em embarcações


Foi sancionado pelo prefeito de São Paulo o projeto que cria um novo modal de transporte na cidade de São Paulo. De autoria do vereador Ricardo Nunes, a lei 16.010/2014 institui o Sistema de Transporte Hidroviário Municipal, e tem o objetivo de melhorar o deslocamento e ampliar a oferta de transporte na cidade.
 Na prática, a medida visa atender os moradores de bairros mais afastados do centro, em especial das regiões dos lagos circundados pelas represas Billings e Guarapiranga. A ideia é proporcionar a integração com estações do metrô, CPTM e terminais de ônibus.

As embarcações, de acordo com a proposta, levariam em média dez minutos para transportar moradores do extremo sul ao centro de Santo Amaro, e entre 20 e 30 minutos até o centro de São Paulo. Hoje, as pessoas perdem em média uma hora e meia e três horas para realizar estes mesmos trajetos, respectivamente.

“O extremo sul da cidade é uma das regiões mais prejudicadas pela falta de alternativas de deslocamento para o centro da cidade, o que acarreta uma superlotação das vias da região. O transporte hidroviário, além de surgir como alternativa menos poluente, vai beneficiar diretamente 2 milhões de pessoas e desafogar o trânsito” salienta o vereador.
 Cada embarcação transportará de 100 a 200 passageiros. O projeto prevê a saída da represa Billings, com três ou quatro estações de embarque e desembarque interligando as estações já existentes da CPTM no Rio Pinheiros: Jurubatuba, Socorro e Santo Amaro.
 Ainda há a proposta de implantação de mais três estações, atendendo moradores que residem nos distritos de M’Boi Mirim e Campo Limpo, representados pelos bairros Jardim Ângela, São Luis, Jardim Vera Cruz, dentre outros.



quinta-feira, 10 de julho de 2014

STF mantém representatividade dos motofretes na capital

Alemão presidente do Sindimoto


Sindimoto “verdadeiro” novamente ganha na justiça

O presidente do Sindimoto Aldemir Martins (Alemão), mais uma vez ganhou o direito a representatividade, o processo ocorre desde 2001 no qual o recurso do outro sindicato foi rejeitado outra vez.
Para a categoria é uma grande vitória pois prova que é Sindimoto que representa á capital é um sindicato integro e com grandes responsabilidades de lutar pelos direitos da categoria.
Assim com este ganho judicial, falta o reconhecimento da categoria, conforme o processo de n° 789464 do Supremo Tribunal Federal o outro sindicato não é valido e não tem direito a representatividade, pondo em risco os atuais associados.

Para obter maiores informações entrar contato com o Sindimoto:

Rua Coronel Diogo, 1498 - Cambuci, São Paulo - SP, 01545-001
Telefone: (11) 2914-7372 
Email: sindicato@motoboy.org.br

 

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